"Ensina-se ao sádhaka a não pensar que somos um com o Divino apenas na Libertação, mas que o somos aqui e agora, em cada ato que realizamos. Porque em verdade tudo isto é shakti. É Shiva que, como shakti, age dentro e por meio do sádhaka [...]. Quando isto é compreendido em cada função natural, então cada exercício deixa de ser um mero ato animal e torna-se um rito religioso, um yajñá. Toda função é parte da ação divina (shakti) da natureza. Assim, ao tomar uma bebida na forma de vinho, o víra sabe que este é Tárá Dravamayí, ou seja, ‘a própria salvadora em forma liquida’. Como é possível – diz-se – que tal forma faça algum mal àquele que verdadeiramente vê aí a Mãe Salvadora? [...] Quando o víra come, bebe ou realiza o ato sexual, nada disso faz com a idéia de ser um indivíduo que está satisfazendo suas próprias necessidades limitadas, como um animal que furta da natureza – por assim dizer – o prazer que sente. Mas pensando neste prazer ele é Shiva, e afirmando: Shivo ham, Bhairavo ham, i.e. ‘Eu sou Shiva’. "– Sir John Woodroffe
Um comentário:
Oi, estou procurando yoga para gestante em São Bernardo do Campo, você tem alguma informação? Obrigada
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